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Archive for julho \30\UTC 2009

Por isso eu odeio a ORY!

Posted by Rafael Bernardes em 30 de julho de 2009

Acabei de receber um email sobre o X300, da ORY. Incrível que os representantes acreditem que a ORY fabrica alguma coisa. Mesmo com o N gigante da Ncomputing. E o preço??? Ridículo.

A peça e boa, a tecnologia também. O que eu reclamo tanto é que a ORY diz que FABRICA e que o produto é 100% nacional. Enganam as empresas e investidores que valorizam o produto Brasileiro. Estou enviando um email agora para a Ncomputing informando sobre essas atitudes da ORY!

O novo kit com 03 terminais se chama X350 e acompanha suporte de fixação VESA, onde é possível fixa-lo atrás de qualquer Monitor LCD com VESA disponível. O produto também dispõe de resolução para Monitores Widscreen.

Preços:

01 UND – R$ 999,00 (10/30/60 no boleto) – Sem Juros e com frete grátis.

De 02 Até 05 UND – R$ 929,00 cada (10/30/60 no boleto) – Sem Juros e com frete grátis.

Como sei que os acessos do BLOG vão bombar só por causa que informei o preço, segue os preços de todos os outros produtos ORY:

L-130 L-230
Até 5 unidades R$ 599,00 R$ 699,00
de 6 a 10 unidades R$ 585,00 R$ 685,00
de 11 a 20 unidades R$ 565,00 R$ 670,00
de 21 a 40 unidades R$ 550,00 R$ 655,00

L-130 L-230

Até 5 unidades R$ 599,00 R$ 699,00

de 6 a 10 unidades R$ 585,00 R$ 685,00

de 11 a 20 unidades R$ 565,00 R$ 670,00

de 21 a 40 unidades R$ 550,00 R$ 655,00

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10 – Dicas de SEO práticas – Puro suco do Google Marketing

Posted by Rafael Bernardes em 10 de julho de 2009

Bom, quando me contratram para otimizar sites, eu sigo uma lista básica:

  1. Procuro o site no google com o operador INFO. Ex.: info:www.rafaelbernardes.com.br. Isso dá a informação de como o Google vê o site. Geralmente o resultado é o mesmo : “Pular intro” (pois é o primeiro texto que o google vê no site. E como está todo em flash, ele só vê isso)
  2. Vou no Google Webmaster Tools e cadastro o site lá. Pois é uma excelente ferramenta e poupa muito tempo.
  3. Depois de analisar os erros que possam aparecer no Webmaster Tools eu monto o sitemap correto do site e envio para o Google através da ferramenta dele.
  4. Só nessa etapa que eu entro no site e começo a verificar as META TAGs. O ideal é que cada página tenha a sua TAG description e KEYWORDS individuais. Nada de sair copiando e colando. Até porque para uma melhor relevância é ideal que as TAGs estejam de acordo com o conteúdo de cada página.
  5. Também é importante verificar os títulos dos sites. Não faça como muitos, que só copiam e colam o mesmo título em todas as páginas.
  6. Também tento por as palavras da TAG KEYWORDS como título dos assuntos da página. Se colocou “Copa 2014” como keyword, coloque o título da matéria (e da página) contendo o mesmo texto. E de preferência com H1.
  7. Daí eu parto para a navegação. Todo site tem que ter menus em textos. Mas já que não dá, tente fazer um menu alternativo em texto, como muitos sites da web.
  8. A identidade visual também conta. O usuário precisa saber em qual seção ele está. Um exemplo prático é o site da globo.com. Percebam como ele muda o tema de cores quando você clica nos assuntos principais (verde para esportes, azul para notícias, etc) Isso ajuda muito a interpretação instantânea do usuário.
  9. Também recomendo o uso das “migalhas” (de Steve Krug). É simplesmente o caminho que o usuário percorreu até a página atual. Isso passa uma segurança na navegação. Ex.: home > quem somos > trabalhe conosco. Percebam que todos tem links de acesso e o último (a seção atual) está mais proeminente.
  10. E, por último, mas super ultra mega bastante importante vem o conteúdo. Conteúdo batido em texto puro, com o título em H1. Nada de flash. Eu diria que se você não fizesse nada das dicas acima, mas tivesse conteúdo saindo pelo ladrão você teria muito sucesso. Como diria o mestre conrado, conteúdo é rei!

É isso! Espero que a partir de agora estejam bem informados e ajudem os programadores web a fazer sites melhores e mais “acháveis”.

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Instalar Windows pelo Pendrive

Posted by Rafael Bernardes em 8 de julho de 2009

Sabe como instala o Windows (vista ou 7) pelo pendrive?

Basta copiar os arquivos do DVD e dar o boot pela USB!

Simlpes assim, pode acreditar. O problema é que precisa de um pendrive de 4GB ou mais.

E não esqueça de formatar o pendrive antes!

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A verdade sobre o ORY PC Empresário, PC Expanion e cia

Posted by Rafael Bernardes em 7 de julho de 2009

Bom, como prometi, venho detalhar agora o que é esse projeto que a ORY apresenta como dela, ou 100% brasileiro, como está escrito no site. Pode ficar tranquilizado Sr. Ricardo Santis, pois não é mais uma pegadinha. Não precisa ficar me enviando emails com afrontas. (para quem não conhece, Ricardo Santis é CIO da tradesystem, representante ncomputing ORY de SP).

Os leitores devem estar necessitando de informação útil, pois o que a empresa pagou liberou para sites como: http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=31449&Itemid=363, http://www.newstin.com.pt/tag/pt/131274466, http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=82893, http://www.protec.org.br/noticias.asp?cod=3936 não passa de um CTRL+C e CTRL+V. (visitem todos e percebam como todos dizem a mesma coisa)

O que a ORY faz é revender equipamentos da NComputing, só que não está cadastrada como distribuidor oficial em no site. Existe um famoso distribuidor no Paraguay, deve ser de lá que as peças chegam.

O projeto em sí, da Ncomputing, é bem legal. São thinclients que, junto com um programa no HOST, possibilitam vários usuários compartilharem o mesmo sistema operacional. Como divulguei em outra dica, o Windows Client (XP e Vista) pode ser desbloqueado para agir como servidor de TS. O “sistema” da ORY ncomputing faz o que a minha dica ensina, só que com vários extras, como controle de tela e de sessões abertas.

E tem a versão para Windows server, que utiliza o próprio TS para compartilhar as telas do TS. O PC EMPRESÁRIO é um novo produto que conta com a parceria Microsoft, essa libera a venda do Windows 2008 Foundation. Essa versão capada mais leve do server só pode ser adquirida por fornecedores autorizados e em máquinas fechadas, OEM.

Atualmente existem os seguintes equipamentos da Ncomputing: (importante ressaltar que a ORY revende equipamentos de outros fabricantes também, mas os mais comuns são os listados abaixo)

  • L130 – A versão mais simples (é bem fraquinha) do thinclient da ncomputing.
  • L230 – Conta com USB e microfone, tem o melhor custo x benefício do que o L130. O L230 custa U$ 300,00 no revendedor do Paraguay ou R$ 799,00 na ORY. Preços finais para cliente, com impostos. (até que a ORY tem um bom preço)
  • X300 – Composto de um software, uma placa pci (perfil baixo) e 3 caixinhas (thinclients) que se conectam a placa pci (que fica no HOST) por cabo de rede. A comunicação é serial, só utiliza um cabo no padrão normal para tranferir os dados. Com esse X300 você tem o HOST + 3 estações. Pode se usado até 2 plaquinhas no mesmo PC. O problema é que o fabricante diz que o cabo só pode ter até 5 metros. (mas acho que isso é balela, vou testar com a minha aqui e depois atualizo)
  • X550 – Versão mais parruda da X300. Ela vem com 5 saídas para os terminais. Então, com 2 dessas no mesmo micro dá para ter 11 máquinas.

A licença está em cada thinclient. As versões X precisam dos códigos que cada um tem escrito embaixo para o software liberar o acesso. O desempenho é muito bom.

Eu só não gosto da idéia que a ORY passa que a tecnologia é dela. O resto a empresa faz bem.

Agora, existe um negócio chamado BetWin, que faz a mesma coisa, só que sem os thinclients. A versão Budy, vendida no Brasil pela thinnetworks, faz a mesma coisa que a séria X da ncomputing.

O Betwin Budy precisa de um HOST, com placa de vídeo adicional para cada estação + teclado + mouse + monitor. Ou seja, se quiser ter 5 estações, vai precisar de 5 placas de vídeo, 5 teclados, 5 mouses e 5 monitores (óbvio).

Mas como colocar 5 placas de vídeo no mesmo pc???  A solução do Betwin foi de usar placas de vídeo ATI QUAD (ou semelhantes). Essa placa tem 4 saídas de vídeo.

Dá para fazer com placas normais (naquelas placas que pegam até 7 pci, lembra?). Baixe o demo e arrisque aí. O chato é ter que usar um monte de extensores USB para o teclado e mouse. (pode usar dipositivos sem fio, mas eles tem que funcionar em frequências diferentes).

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E qual o principal problema das duas soluções?

A droga disso tudo é que você, provavelmente, já tem máquinas em sua empresa. Já gastou muito em hardware ou está satisfeito com o seu contratinho da DELL. Sem contar que um thinclient desses chega a custar o preço de um micro barato, o que afasta muita gente.

As soluções são ótimas para escolas, mas não ajudam muito o empresário que já tem a sua solução implantada. Pense nelas quando for ampliar algum setor. Mas teste antes, pois há problemas graves com:

  • Hardlocks
  • Programas de edição vídeo
  • Programas de edição de SOM
  • Renderizadores 3D
  • Programas gerenciais (que tentam bloquear o acesso ou não funcionam no ambiente multiusuário)
  • Dispositivos USB que precisam ficar no lado do cilente (conectado a estação)
  • Programas desenvolvidos em casa (já ví um programa que não aceitava o ENTER vindo do terminal)
  • Revolta do usuário (eles odeiam thinclients!!! Isso pode vir a ser um problema em alguns casos). Não que você seja refém dos seus empregados, mas as vezes pode dificultar o trabalho deles. Veja quantas comunidades e tópicos do orkut falam mal dos thinclient.
  • E outros que ainda não ví

Tem que testar mesmo. Sempre tem um “jeitinho” (me desculpe Sr. Ricardo) para acertar alguns desses problemas, mas alguns simplesmente a tecnologia não permite que funcionem.

Eu, pessoalmente, sugiro o seguinte cenário:

  • Servidor Linux, ubuntu 64bits, servindo de LTSP. (as máquinas “acordam” na rede por ele)
  • Remover os HDs de suas máquinas e tranformar em thinclients (e, até mesmo adquirir máquinas mais simples para essa função)
  • Servidor Windows 2008, com TS, para ser o servidor de aplicações.

As máquinas “acordam” na rede com a imagem do linux. Os usuários trabalham com Broffice e Thunderbird como aplicativos de Backoffice e entram no TS para usar alguma aplicação de Windows necessária (abrindo somente a tela da aplicação, através de diretiva no 2008).

Ou, se preferir, a máquina “acorda” linux e já sai chamando o TS do Windows, como o AnywhereTS postado aqui. Nesse caso o usuário nem percebe que é um terminal linux.

A vantagem do linux distribuir a imagem é que ele é duro na queda. Rapaz, eu tenho um LTSP rodando em kurumin há 7 anos e nunca deu pau. O servidor do sistema da empresa (TS do 2003 server) já parou umas 10 vezes. E depois fui descobrir que a funcionária que fechava a empresa não sabia desligar o linux, e por isso tirava da tomada todas as noites e ligava pela manhã. Já pensou isso em um Windows server????

Bom, espero ter dado algumas informações úteis. E, diferente do que disse o CIO Ricardo Santis, acho que sei alguma ciosa de matemática e de virtualização de desktops. (não ganhei o Microsoft IT Hero em Virtualização a toa né?)

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Inventário automático com o SpiceWorks

Posted by Rafael Bernardes em 2 de julho de 2009

Eu comecei a utilizar o SpiceWorks devido a dica de um amigo meu (Everson Koch). E realmente fiquei impressionado.

Eu estava testando Zabbis, Nagios, Cacti e outros, mas são todo muito complexos e exigem linux para o perfeito funcionamento.

http://www.spiceworks.com/

Ele utiliza o conceito de comunidade, então é fácil tirar dúvidas, baixar modificações úteis e pedir alterações no programa.

Baixe e instale para você mesmo testar. A única coisa que preciso informar é que ele precisa que, em todas as máquinas, tenha um login de administrador unificado. Em domínio isso é fácil, quando você não tem o AD na rede basta criar um usuário tipo SPICEADM com direitos administrativos e senhas iguais em todos os computadores.

O legal é que ele não tem client. Ele faz um scan periódico na rede e conta com vários alertas e relatórios!

Não vou postar tutorial porque não precisa! É muito simples de instalar e usar. Se tiver dúvidas pergunta aqui ou no grupo Brazil do SpiceWorks.

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