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Posts Tagged ‘dia a dia do profissional de ti’

E se o servidor parar? O que fazer?

Posted by Rafael Bernardes em 10 de outubro de 2011

Você tem um plano para agir em caso de parada de algum serviço de TI na sua empresa?

É uma excelente idéia ter um guia contendo os procedimentos, testes e contatos de fornecedores. No vídeo abaixo eu faço uma demonstração com uma empresa simples para exemplificar o conceito. Continue lendo »

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O dia a dia do profissional de TI – Elaborando um contrato

Posted by Rafael Bernardes em 11 de setembro de 2010

contrato[1]

Bom, continuando com a série, vamos falar de um ponto que, geralmente, os profissionais dessa área não levam a sério. A elaboração de um contrato.

Antes de tudo, vamos refletir sobre o que é o contrato. Nada mais é do que um acerto entre as partes, com regras e direitos de cada. Para ser válido, é preciso que seja registrado em cartório, com firma reconhecida de ambas as partes.

Você não precisa de um advogado para elaborar um. E engana-se quem acha que deve usar termos bonitos ou polidos para o mesmo. Quanto mais direto e claro melhor e já que você não é advogado, não tente se passar por um ou poderá se enrolar e dar margem a interpretações erradas.

Eu vou partir dos seguintes princípios (que acredito que seja a grande maioria):

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Dicas valiosas para a carreira

Posted by Rafael Bernardes em 11 de setembro de 2010

Pessoal, essas dicas são valiosas para a nossa carreira. Pegue no blog maisestudo, mas ela citou que a fonte inicial era a Abril. O texto foi inicialmente elaborado para o público feminino.

Trabalhar é uma arte! É preciso muito jogo de cintura para viver em paz com o seu emprego. Muitas pessoas se esforçam tanto para acertar que acabam pecando pelo excesso. O ideal é encontrar o meio termo para construir uma carreira estável. Pensando nisso, listamos sete erros que com certeza não irão ajudar a alavancar sua carreira. E se você estiver em dúvida de como agir, ao menos já saberá o que não fazer!

Erro 1 – Trabalhar demais…

”É a mais sorrateira das ciladas”, alerta Simon Franco, da Simon Franco Recursos Humanos e autor de Criando o Próprio Futuro (Futura). ”Sem vida pessoal, você deixa de ampliar a visão de mundo e acaba menos interessante e atualizada.” Lois P. Frankel, no livro Mulheres Ousadas Chegam Mais Longe (Gente), vai além: ”Está aí a razão pela qual ninguém é promovido apenas pelo fato de passar 12 horas no escritório”. Outro bom motivo para estabelecer um limite: trabalho além da conta estressa além da conta, e o stress é um notório ladrão da produtividade. ”Lógico que há exceções, mas uma jornada diária de oito horas é bastante razoável”, garante Franco.

Erro 2 – …E sem descanso

”Produzir sem pausas não apenas prejudica a saúde como também faz cair o desempenho”, ensina Franco. Os especialistas em desempenho recomendam um intervalo a cada 90 minutos para conseguir máxima concentração e qualidade em qualquer tarefa. Uma idéia é programar o alarme do computador ou celular e parar mesmo. ”Outro bom hábito: reservar espaço na agenda, no início de cada semana, para pelo menos um almoço com os amigos”, aconselha Frankel. E pense duas vezes antes de cancelar um compromisso pessoal por estar atolada de serviço. Essa tem que ser a exceção, não a regra.

Erro 3 – Dizer sempre sim

A recepcionista Márcia, de 28 anos, era tão solícita que acabava fazendo uma porção de tarefas dos outros. Até que ouviu de uma colega mais experiente: ”Cuidado, ou vai deixar de trabalhar em equipe para trabalhar pela equipe”. Assumir atividades alheias vez ou outra é positivo por permitir que desenvolva novas habilidades. Mas isso não pode ocorrer sempre. ”A profissional deve saber negociar, e isso significa dizer sim e não”, ensina Franco. Do contrário acaba sobrecarregada e, pior, relegando suas responsabilidades. ”O brasileiro, e em especial a mulher, confunde dar limite com ser antipática.” Ledo engano. Dá para recusar algo explicando as razões educadamente.

Erro 4 – Nunca pedir nada

Sabe a frase ”Quem não chora não mama”? Aplica-se bem aqui. Se você não pedir o que deseja, dificilmente receberá. ”Por seis meses, perdi as manhãs organizando a papelada dos processos”, conta a advogada Ana, de 31 anos. ”Até que criei coragem e solicitei à diretoria uma estagiária para me ajudar. Assim, pude centrar esforços na defesa das causas dos clientes.” É melhor falar, mesmo correndo o risco de não poder ser atendida, do que alimentar mágoa, desmotivação… Lógico, é preciso escolher a dedo o momento para tal iniciativa – exigir aumento logo depois da demissão de um colega, por exemplo, está longe de ser uma boa idéia.

Erro 5 – Não falar de você

”Se o mundo não sabe o que você faz, a culpa é sua”, sentencia Franco. É importante divulgar as próprias realizações, fazer marketing pessoal. Vale relatar à chefia suas vitórias (conquistou dois ótimos clientes, conseguiu baixar o custo de um produto…), contar à equipe sobre os cursos dos quais vem participando e engajar-se em projetos pioneiros. E mais: quando estiver preparada para uma promoção, comente. Quando for convidada para representar seu chefe num evento, aceite. Se oferecerem uma posição de peso, idem. ”Quando outras pessoas têm confiança na sua capacidade, você também deve ter”, diz Franco. Abaixo a insegurança!

Erro 6 – Querer ser perfeita

Essa meta custa caro, pois você se martiriza ao pensar que poderia sempre dar mais. Torna o trabalho moroso, já que nada do que faz está bom o suficiente. E ainda perde oportunidades de crescer devido ao medo de errar. O psiquiatra Paulo Gaudencio sugere: ”É preciso parar de correr atrás do 10 e começar a comemorar o 9,5”. Em outras palavras, depois de realizar uma tarefa da melhor maneira possível, encare com naturalidade o que precisar ser refeito. Convém não só aceitar os comentários da chefia como incentivá-los – mantendo a calma, claro, quando não forem positivos. ”Quando souber que falhou feio, melhor assumir a responsabilidade, desculpar-se e tentar corrigir a situação. E, lógico, aprender com tudo isso”, diz Frankel.

Erro 7 – Esquecer de circular

As vagas mais disputadas costumam ser preenchidas por indicação, o famoso Q.I. (quem indica). Por isso, fazer networking é essencial – para você! Os especialistas aconselham freqüentar eventos da área e cultivar as relações profissionais como faz com os pessoais: respondendo a e-mails, ligando de vez em quando, marcando almoços e mantendo-se acessível.


Fonte: Abril

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O dia a dia do profissional de TI – Elaborando uma proposta

Posted by Rafael Bernardes em 23 de julho de 2010

budget10cAgora vamos a parte interessante dessa série sobre o dia a dia do profissional de TI. A elaboração de uma proposta para o cliente! Parte importantíssima, até mais do que a primeira, pois se o cliente precisa muito do serviço ele até deixa passar uma apresentação ruim, mas orçamento ruim não, pois tudo o que mexe no bolso aguça mais os sentidos.

Se seguiu as minhas dicas, agora você tem um cenário completo sobre o cliente. Tem as informações que colhetou antes e as que recebeu durante a apresentação inicial. Um amigo meu denominou essa técnica que descrevi no post anterior como “Inteligência Competitiva” e falou que é muito utilizada por Steve Jobs, Michael Dell e o nosso querido Henry Gates III (Bill Gates).

Agora o importante é detalhar no papel todo aquele papo de vendedor que lançou na apresentação. Comece com o título correto: Proposta para prestação de … (consultoria, serviços, etc). Não cometa a gafe de enviar um documento com o título “Contrato”, vai parecer que está desesperado. 

Continue com a descrição dos serviços propostos. Mas tente não colocar todos os detalhes, pois o cliente ainda não fechou e não vai querer saber disso agora. Coisas como:

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O dia a dia do profissional de TI – Chegando em um novo cliente

Posted by Rafael Bernardes em 11 de julho de 2010

Vou começar com uma nova série de posts com dicas de como agir em um cliente PME (ou smb,  se preferir) (só para constar, pequenas e médias empresas).

São dicas e procedimentos meus, que aprendi com o tempo. Adaptei muita coisa do ITIL e MOF.

Será repleto de casos reais, de clientes que fizeram ou não algum trabalho comigo. Espero que gostem.

PARTE 1 – Reunião de apresentação

Eu não costumo perder clientes que eu tenho a chance de fazer uma apresentação, na verdade, só perdi aqueles que não aceitaram o valor proposto. Uma boa apresentação conta muito.

Um levantamento básico é essencial, com os itens:

  • Porte de cliente – Muito importante. Não adianta sair falando de itens como CLUSTER, VPN, etc. O cliente vai querer saber de coisas básicas, como: Como é a sua manutenção preventiva, quanto tempo envia um técnico em caso de emergência, etc.
  • Área que o cliente atua – Aqui vão as minhas melhores dicas e exemplos práticos. O diferencial é mostrar ao cliente que você se importou em realizar alguma pesquisa na área que ele atua e que já pensou em personalizar os seus métodos para ele.

Depois que você possui essas informações, fica fácil de pensar em algumas soluções para o futuro cliente. O perfil do cliente PME é sempre o contrário do que nós sonhamos. O cliente só quer o básico, nem quer saber de tecnologia ou de versões novas de sistemas operacionais. Isso porque ele está acostumado a ter muitos problemas com técnicos que não tem um bom padrão e as vezes transferem a culpa para a própria tecnologia “sabe com o é informática né patrão?”. É incrível pensar que milhares de funcionários trabalharam duro na Microsoft/Apple para desenvolver um produto e o técnico simplesmente dia que não funciona direito. E o pior de tudo, esse mesmo zé mané diz que sonha em trabalhar em uma dessas empresas!!!!

Você deve ir preparado para apresentar algo logo na primeira reunião, mesmo que o cilente não ache útil ou nunca implemente, vai causar um impacto enorme na escolha do novo prestador de serviços. E deve facilitar os temas abordados para que o cliente entenda perfeitamente o que está apresentando, por exemplo:

  • Sistema de FTP para conexão remota e transferência de arquivos: Nome lindo, para mim e para você! Na cabeça do cliente, ele deve estar pensando: “FDP, mas que m..?? Putz, acabei de lembrar que preciso ir no mercado hoje”.

Então, tente apresentar algo do tipo: FTP, uma solução para transferir arquivos pesados pela internet. Vejam que eu mantive o nome FTP, que é para o cliente memorizar a tecnologia em sí, e se ele gostar, vai dizer para todos os amigos (possíveis clientes seus!!!) que ele tem esse negócio de FTP e foi a solução dos problemas dele para enviar arquivos para os clientes.

Essa solução é para um caso, geralmente empresas que produzem algum material gráfico tem esse problema e ficam gastando em serviços de transporte, pois não conseguem transferir mais de 400mb por email (tem provedor que nem 10mb vai, isso hoje né, quem ler isso daqui a 10 anos deverá rir desses limites).

A apresentação também tem que ser personalizada para o cliente. Por exemplo, contextualize as telas de demonstração com a logo de algum cliente seu que é do mesmo ramo dele. Se não tiver nenhum, coloque a logo do próprio cliente. O que não adianta é demonstrar um case voltado para uma área que não é a dele.

Agora, aposto que já pensou em criar um mega powerpoint com tudo isso o que eu falei aqui, completo de informações e ilustrações, não foi? Pois bem, vou te contar uma novidade, powerpoint é bom, mas em excesso mata (a apresentação, é claro!). Tente seguir uma regra básica, se tiver mais do que 15 palavras por slide, jogue fora e tente novamente. O cilente espera que você explique para ele e não que você passe um slide e leia todo o conteúdo.

Em cada slide, coloque uma figura enorme e alguns subtópicos ou notas importantes. E sempre prefira apresentação real das tecnologias a um slide estático. Eu, por exemplo, faço da seguinte forma: Apresento o spiceworks (muito bom esse progama), mostro uma tela dele e listo algumas funcionalidades e minimizo a apresentação e digo “Que tal eu mostrar o spiceworks, funcionando, de um cliente meu agora?”. Assim, se a sua apresentação estiver sendo boa, vai ficar excelente, pois o cliente, além de ver e ouvir sobre a tecnologia, visualizou ela aplicada em uma outra empresa.

Ao final da apresentação, deixe na tela algumas logomarcas de clientes seus ou as suas certificações, de acordo com o público que estiver assistindo (não adianta listar certificação para um empresário que não sabe o que é isso, no máximo diga que é certificado). Mas nem toque no assunto, deixe as logos lá na tela e termine a apresentação, se alguém perguntar aí você responde. Assim será resposta e não auto-promoção.

Terminado tudo, vá para a casa (ou escritório, se for o seu caso) e, imediatamente, envie um email para as pessoas que assistiram sua apresentação, agradecendo o tempo e expressando a sua vontade de trabalhar com eles. Se for solicitado logo uma proposta, diga que em breve irá enviá-la. Esse email será para fixar o seu nome com o cliente e evita que ele perca o contato contigo. É mais fácil o cliente lembrar de ti através de um email em seu outlook do que lembrar aonde deixou o seu cartão de visitas.

E agora, o próximo passo é…

Esperar o meu próximo post: Elaborando uma proposta para seu cliente PME (ou SMB).

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